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    22-03-2017

    Alerta Ético

    Segunda Opinião Médica é um direito do paciente e faz parte de sua autonomia na relação médico-paciente

    O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), preocupado com a ética profissional e os referenciais da Bioética, vem a público manifestar que a chamada “Segunda Opinião Médica” é um direito do paciente e faz parte de sua autonomia no contexto da relação médico-paciente, conforme preconiza o Código de Ética Médica.

    A indicação e solicitação de “Segunda Opinião” não devem ser determinadas por interesses de terceiros, bem como não devem servir para desrespeitar o direito do médico-assistente de indicar o tratamento ou para captação indevida e antiética de pacientes.

    Hospitais, Operadoras e Planos de Saúde devem trabalhar com sistemas de auditorias competentes e eficientes, quando em suspeita de exageros e indicações inadequadas de procedimentos, tomando as medidas administrativas pertinentes, conforme legislação vigente, tais como o estabelecido na Resolução CONSU n. 8 e dispositivos do Código de Ética Médica. 


    Veja os comentários desta matéria


    Ter second opinion é excelente para o paciente e tb para o médico que conduz o caso. Denota transparência do médico titular e respeito ao paciente e seus familiares. Parabéns. LUIZ F. B. DINIZ, CRM 64733 / SP.
    Luiz fernando brandao diniz
    Acredito que a segunda opinião é algo importante para o paciente ,pois trás para o mesmo a segurança de um tratamento e a consequente conduta . O médico procurado para essa avaliação tem que proceder com ética , adequação , pertinência frente a toda essa situação . Mas, o que fazer se a sua conduta difere da anterior ?
    Aline Valente Chaves
    Caros senhores( as) colegas A meu ver o comentário do CREMESP é totalmente pertinente e,vem reafirmar a liberdade bilateral médico -paciente e preservar a ética médica, atualmente tão desgastada
    Maria Zingari Mota Rocholli
    A população é na sua maioria alienada sobre saúde/doença. Quanto mais canais puder acessar para informar-se melhor. O problema é quando não se tratam mas buscam se justificar em qualquer contraditório que buscam. Isto também lhes é direito garantido, cabe aos colegas se evadirem destes constrangimentos. O paciente é autônomo no tratamento que não há risco de vida. Havendo risco está autonomia limita-se à redução do sofrimento quando é inviável o resgate (que deve atingir a maior integridade do paciente possível).
    Estevam
    Eu estou de acordo com o texto sobre uma segunda opinião médica. Oriento os pacientes que eles tem esse direito.
    Marcio Francisco Rosa
    Minha impressão sobre o assunto acima ,tenho algumas consideracões a fazer O que eu assisto no meu dia a dia no exercício da profissão de médico Neurocirurgião é um descalabro de ver colegas mais novos que nitidamente pedem cirurgias com materiais caríssimos , que demonstram nitidamente interesses secundários e revendo descrições cirúrgicas parecem NOTAS FISCAIS Me sinto no dia a dia tolhido no exercício da medicina vendo que hajam interesses na colocação de materiais que além de encarecer a medicina, provocam o maior nº de infecções O Brasil de hoje é outro não podemos mais ser corporativistas em nome da ÉTICA MÉDICA
    Sergio Rodrigues Butori
    Qualquer profissional está sujeito a enganos até mesmo porque ninguém sabe tudo e ainda mais em relação a medicina que é uma ciência muito relativa ! E como a vida e saúde de um ser humano NÃO TEM PREÇO , penso que em caso de mínima dúvida deve-se recorrer sim à um outro profissional e solicitar uma segunda opinião !!
    Marival
    Concordo com o direito de segunda opinião pois em casos delicados e graves causam desestabilidade emocional e difícil aceitação muitas das vezes. Ainda, casos difíceis por vezes. necessitam de uma segunda avaliação para melhor discussão e compreensão do quadro. E, o profissional que trabalha com ética, atualizado, baseado em evidencias cientificas não deve se preocupar, com a segunda opinião, pois sua conduta certamente não sera questionada ou alterada, uma vez avaliado por colega também ético.
    Francyne Veiga Cyrino
    Infelizmente a segunda opinião que seis salutar quando opção do paciente,não se observa isto na prática. Tem certamente servido para aliciamento de pacientes, principalmente quando estimulada por operadores de plano de saúde ou quando o paciente de depara com colega médico inescrupuloso que se aproveita para oferecer o procedimento com custo menor e assim desviar o paciente. E lamentável mas é frequente.
    João Tenorio Lins Filho
    Parabéns, pelo manifesto , relação médico- paciente é imputável , deve ser respeitada.
    Trajano Cesar de Lacerda
    Artigo confunde alhos com bugalhos. Segunda opinião médica, direito do paciente, responsável ou dos familiares, sobre a conduta ou procedimentos propostos pelo médico assistente. Auditoria, auditores / fiscalização dos planos de saúde, como citado, não são solicitados pelos pacientes, na imensa maioria das vezes, procedimentos meramente administrativo. Caso ocorra alguma ilicitude, diretorias técnica e clínica é que devem ser acionadas.
    José Francisco Martucci Fucchi
    Plenamente de acordo. A prática da segunda opinião é antiga na oncologia cirúrgica e clinica. O procedimento é até estimulado por nós. Ajuda o paciente e familiares e permite melhor consenso em algumas patologias. Ressalte-se que em hospitais de câncer nos Estados Unidos já há ambulatório de Second Opinion.
    Ayrton de Andrea Filho
    A segunda opinião - face ao que se observa no dia-a-dia da medicina - não deveria ser apenas um direito do paciente, antes uma obrigação do mesmo.
    Jorge Paulete Vanrell
    De acordo com o alerta
    Rodolfo
    Minha experiência em 25 anos de formado é o aprendizado que a segunda opinião respeita o paciente e na maioria das vezes favorece a conduta da primeira opinião.
    Divino Gila Santos
    Estou de acordo que o paciente tenha esta autonomia de segunda opinião médica. Acho que desde o momento que existe o Dr Google não acreditam mais na primeira opinião . Agora eles sabem tudo, e exigem cada dia mais. E nos médicos devemos estar sempre atentos para não cair nas armadilhas que nos aprontam. Ay ... se os médicos fosemos unidos.....!!
    Ruth
    Este é mais um passo que as operadoras dão para manipular nossa categoria
    Wanderley
    Concordo.
    Rubens Orel
    Parabéns CRM, enfim uma instituição defendendo os médicos na frente da batalha. Nós precisávamos da posição de vocês. Corajosa, prudente e honesta. Nós médicos estávamos nos sentindo órfãos diante da falta de ética dos colegas impunes.
    Francisco F Azuaga
    A entidade CRM deve emitir mais rotineiramente estes avisos, sobre ética e bioética médica que deveriam fazer parte das avaliações e consultas médicas. Hoje em dia esquecidos e banalizadas pela intervenção mercadológica da medicina baseada em evidência.
    Carlos Alberto Martinez Osorio
    Entendo, também, que o médico que dá o primeiro atendimento e querendo o paciente obter uma segunda opinião poderá o colega referenciar outros profissionais da sua confiança se essa for a vontade de livre expressão e consentimento do paciente.
    José Eduardo Pandini Cardoso
    Por interesse econômico elas referenciam um médico já contratado por eles para evitar os procedimentos de alto custo Absurdo , deve. Ser punidos A segunda opinião é a critério do paciente e não obrigatório pela operadora
    Alexandre
    Brutalidade e força não resolvem ... Precisamos agir com rapidez e habilidade para que não haja bullying médico !!!
    Aymore Celeste Toledo Junior
    Gostaria de relembrar a velha máxima: Quem tem um médico, tem um médico. Quem tem dois, tem meio médico e Quem tem três, não tem nenhum. Entendo que a forma de pagamento indireta é causa de insegurança e essa insegurança não se resolverá com outra opinião. A solução está na boa relação médico paciente e isto inclui tratar honorários de maneira direta e justa.
    Antonio
    Meus parabéns ao CRM/CFM que finalmente tomou posição a favor dos médicos frente aos abusos cada vez maiores das operadoras, se fazendo de boazinhas e desrespeitando a legislação e o código de ética médica Continuem sendo ATIVOS assim pois é isso que esperamos dum conselho de classe !!!
    Bruno Aprile
    Sou plenamente favorável à segunda, terceira, quarta opinião. O paciente tem direito pleno a procurar novas condutas para suas patologias e novos colegas caso os primeiros não tenham satisfeito suas expectativas. O que é absurdamente anti ético é o paciente ser obrigado pelos convênios a passar em segunda opinião com um médico indicado por eles. Em última instâncias estes profissionais são como funcionários dos convênios e suas condutas sofrem pressão enorme de seus patrões para serem o menos custosas possível. Estes colegas são orientados a tentar drenar estes pacientes para si e, muitas vezes, têm a única intensão de propor um tratamento mais barato. Se o real objetivo fosse apenas acabar com os exageros, q inegavelmente acontecem, eles deveriam propor a abertura de sindicâncias contra os médicos que propuseram tais exageros.
    Fernando Raduan
    Medida fundamental em qualquer conselho de ética. É fundamental sua correta aplicação excluindo interesses da indústria farmacêutica e ou de instituições. Vale lembrar que o foco principal é para uma conduta melhor e precisa para nossos pacientes. Parabenizo o Cremesp , sua diretoria e seus competentes conselheiros por mais uma coerente atitude. Eduardo Antoine Pereira Younes Otorrinolaringologista e Med.do Trabalho Crm 97856 Cel 17-991170505
    Eduardo A. Younes
    Concordo com a segunda opinião. Em todos casos de cirurgia eletiva deveriam ser avaliadas previamente por um ou até mais de um especialista, com o pleno esclarecimento ao paciente dos prós e contraste dos procedimentos.
    Reginaldo Belarmino da Silva
    Gostaria de saber como proceder quando mesmo com uma indicação correta de cirurgia os convênios pedem a segunda opinião normalmente Porque não concorcadam com uso dos materiais.
    Marcelo
    Precisamos lembrar quem dao os protagonistas desta peça: medico e paciente!! Qualquer interferencia externa seja pelo motivo que for, deve ser tratada com ressalvas, mesmo porque o paciente tem direito de ouvir o medico que ele escolher e quando quiser, principalmente com a infestacao de medicos despreparados no mercado, consequência da abertura irresponsavel de escolas de medicina!
    Marcello Martins
    Acredito que a segunda opinião, nos dias de hoje, deveria ser obrigatória haja visto a quantidade de abusos que vemos nas indicações de cirurgia e de OPME solicitados. Acredito que os Conselhos de Medicina deveriam demonstrar a mesma indignação para as constantes conduta s e os péssimos exemplos éticos que diariamente destroem a imagem do médico. Quem trabalha corretamente NÃO teme a sugunda opinião, muoto pelo contrário, só serve para endoçar a boa conduta!
    Marcio de Castro Ferreira
    Eu acho ótimo quando o paciente quer a opinião de outro colega, muitas vezes eu até recomendo. D
    Celia
    Sensato , ético e justo. Que a ideia permeie a classe e nos fortaleça perante o paciente em situações envolvendo players tão poderosos manipulando este frágil e sensivel equilíbrio.
    Eboli
    Importante partir do paciente a escolha da segunda opinião, bem como orientações de diagnóstico, tratamento, tirar dúvidas com médico e informação via internet em sites confiáveis, de preferencia em sites da sociedade da patologia em questão)
    Caio Grotta
    Perfeito o entendimento doCRM a respeito desse assunto. Nada a acrescentar.
    Lincoln
    A 2ª opniao das Seguradoras foi totalmente descaracterizada. Hj serve só para desviar pacientes e negar tratamentos de alto custo! Mais nada
    Alexandre

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