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Conscientização


Campanha Maio Roxo reforça a importância do diagnóstico precoce para Doenças Inflamatórias Intestinais (DII)

Conscientizar sobre as doenças inflamatórias intestinais e combater a desinformação são os principais objetivos da campanha Maio Roxo, realizada pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), durante todo o mês. A ação busca reiterar sobre a importância do diagnóstico precoce, que previne uma série de possíveis complicações, como o fechamento do intestino, a criação de fístula na pele e a desnutrição.

No Brasil, 13,25 em cada 100 mil habitantes são afetados pelas Doenças Inflamatórias Intestinais (DII), segundo dados apresentados no I Congresso Brasileiro de Doenças Inflamatórias no Brasil (GEDIIB), realizado em abril. Desses casos, 53,83% são de Doença de Crohn, e 46,16%, de retocolite ulcerativa.

Doença de Crohn

A Doença de Crohn é uma síndrome que pode se manifestar em qualquer parte do tubo digestivo (da boca ao ânus), sendo mais comum no final do intestino delgado e do grosso. Entre os sintomas principais estão diarreia, sangue nas fezes, anemia, dor no abdome, perda de peso e febre. Raramente há estomatites (inflamação na boca). Também pode afetar a pele, articulações, olhos, fígado e vasos. A patologia mescla crises agudas recorrentes, leves e graves, e períodos de ausência de sintomas.

O diagnóstico é feito por meio da colonoscopia com biópsia. A radiografia do abdome, exame contrastado do intestino delgado, tomografia computadorizada, ressonância magnética, cápsula endoscópica e exames laboratoriais, na dependência dos sintomas, também podem auxiliar na identificação de alterações.

A necessidade de cirurgias é relativamente comum, como a retirada de segmentos do intestino por oclusão, sangramento ou perfuração, especialmente o delgado, e tratamento de lesões anais como abscessos e fístulas, contribuindo para o controle dos sintomas e das possíveis complicações. Também pode ocorrer a confecção de estomas, que são aberturas do intestino na pele do abdome para permitir a saída de fezes, sem passar pela região afetada.


Retocolite ulcerativa

A retocolite ulcerativa inespecífica caracteriza-se pela inflamação da mucosa do intestino grosso, gerando diarreia crônica, com sangue e anemia. O reto quase sempre está afetado, sendo, às vezes, o único segmento. Não há lesões no intestino delgado, o que constitui característica da doença, frequentemente fator primordial para diferenciá-la da doença de Crohn. A inflamação pode vir a se tornar muito grave, com hemorragias maciças e perfuração intestinal, necessitando de cirurgias de urgência.

O diagnóstico é feito principalmente pela colonoscopia com biópsias.

O tratamento inclui medicamentos para controle da inflamação. Quando a doença não consegue ser controlada por meio do tratamento clínico ou apresenta determinadas complicações agudas ou crônicas, especialmente neoplasia, mesmo precoce, opta-se pela cirurgia.

Prevenção

Apesar destes males não terem uma causa comprovada, já é sabido que eles estão relacionados aos hábitos de vida modernos, como a alimentação industrializada, rica em gordura e substâncias prejudiciais.

 A hereditariedade e até o uso excessivo de antibióticos na infância também são fatores de risco para as DII, que não têm cura e podem causar inúmeras complicações, das mais leves às mais graves, aos pacientes que adiam o início do tratamento.


Fonte: Portal da Coloproctologia




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