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CAPA

EDITORIAL (pág. 1)
Renato Azevedo Júnior - Presidente do Cremesp


ENTREVISTA (pág. 4)
Edmund Pellegrino, do Kennedy Institute of Ethics


SAÚDE NO MUNDO (pág. 9)
E U R O P A


CRÔNICA (pág. 12)
Cássio Ruas de Moraes*


SINTONIA (pág. 14)
Alexandrina Meleiro*


DEBATE (pág. 18)
A atuação de recém-formados em regiões distantes do país


SUSTENTABILIDADE (pág. 24)
O descarte e a reutilização de materiais


HISTÓRIA DA MEDICINA (pág. 27)
Por Renato M.E. Sabbatini*


GIRAMUNDO (págs. 30/31)
Curiosidades da ciência e tecnologia, da história e da atualidade


PONTO COM (págs. 32/33)
Acompanhe as novidades que agitam o mundo digital


HOBBY (pág. 34)
Valdir Lopes de Figueiredo


LIVRO DE CABECEIRA (pág. 37)
O Conto da Ilha Desconhecida - André Scatigno*


CULTURA (pág. 38)
INHOTIM - Todos os sentidos da arte


CARTAS & NOTAS (pág. 43)
Comentários, Fontes e Referências Bibliográficas


TURISMO (pág. 44)
Na Garupa de um Motociclista...


FOTOPOESIA( pág. 48)
Sophia de Mello Breyner Andresen


GALERIA DE FOTOS


Edição 56 - Julho/Agosto/Setembro de 2011

CULTURA (pág. 38)

INHOTIM - Todos os sentidos da arte


A instalação True Rouge, de Tunga


Imagine um lugar onde centenas de obras de arte coexistam com um jardim botânico deslumbrante composto de belos e exóticos exemplares de espécies vegetais. Esse lugar tem nome: Inhotim, um museu a céu aberto localizado na pequena cidade de Brumadinho, a 60 km de distância de Belo Horizonte.


Seu acervo de esculturas, instalações, pinturas, desenhos, fotografias, filmes e vídeos – um dos principais de arte contemporânea do mundo – tem mais de 500 obras de artistas nacionais e internacionais, entre eles Adriana Varejão, Cildo Meireles, Hélio Oiticica, Tunga, Vik Muniz, Matthew Barney, Doug Aitken e Janet Cardiff. Além das esculturas e instalações ao ar livre, as obras estão dispostas em 17 galerias localizadas no parque, todas com requintada arquitetura também contemporânea.




Ao alto, Bisected Triangle, Interior Curve, de Dan Graham. Acima, o Sonic Pavilion, de Doug Aitken, onde é possível ouvir o som do interior da Terra

O jardim botânico, de 100 hectares, tem 45 mil espécies vegetais, dentre as quais o visitante pode ver uma coleção de palmeiras com mais de 1.300 exemplares. O projeto paisagístico, que inclui cinco lagos, teve a colaboração de Burle Marx.

Um espelho d’água serve de moldura para Narcissus Garden, instalação ímpar da mais importante artista japonesa contemporânea, Yayoi Kusama. Ela é composta por 500 bolas brilhantes de aço inoxidável que flutuam na água, espelhando o entorno ao mesmo tempo em que se espalham e se juntam ao sabor do vento, criando, permanentemente, novas formas.

Em Inhotim é também possível ouvir o som do interior da Terra em tempo real, por meio da instalação Sonic Pavilion, de Doug Aitken. Trata-se de um furo, no meio de um pavilhão, de 200 metros de profundidade, no qual foram instalados microfones de alta sensibilidade, que captam diferentes frequências dos ruídos do interior do planeta e os amplificam dentro do prédio. Localizada no alto de uma montanha, a obra permite também a visão de uma vasta paisagem de mata.

Seu acervo de esculturas, instalações, pinturas, desenhos, fotografias, filmes e vídeos – um dos principais de arte contemporânea do mundo – tem mais de 500 obras de artistas nacionais e internacionais, entre eles Adriana Varejão, Cildo Meireles, Hélio Oiticica, Tunga, Vik Muniz, Matthew Barney, Doug Aitken e Janet Cardiff. Além das esculturas e instalações ao ar livre, as obras estão dispostas em 17 galerias localizadas no parque, todas com requintada arquitetura também contemporânea.

O jardim botânico, de 100 hectares, tem 45 mil espécies vegetais, dentre as quais o visitante pode ver uma coleção de palmeiras com mais de 1.300 exemplares. O projeto paisagístico, que inclui cinco lagos, teve a colaboração de Burle Marx.

Um espelho d’água serve de moldura para Narcissus Garden, instalação ímpar da mais importante artista japonesa contemporânea, Yayoi Kusama. Ela é composta por 500 bolas brilhantes de aço inoxidável que flutuam na água, espelhando o entorno ao mesmo tempo em que se espalham e se juntam ao sabor do vento, criando, permanentemente, novas formas.

Em Inhotim é também possível ouvir o som do interior da Terra em tempo real, por meio da instalação Sonic Pavilion, de Doug Aitken. Trata-se de um furo, no meio de um pavilhão, de 200 metros de profundidade, no qual foram instalados microfones de alta sensibilidade, que captam diferentes frequências dos ruídos do interior do planeta e os amplificam dentro do prédio. Localizada no alto de uma montanha, a obra permite também a visão de uma vasta paisagem de mata.


Na primeira imagem, a tela More fire and ice, de Albert Oehlen. Na sequência, escultura de Edgard de Souza. Acima, as esferas de Narcissus Garden, de Yayoi Kusama

Três das mais importantes esculturas do artista paulista Edgard de Souza podem ser observadas no jardim. São estátuas de bronze, que representam uma figura masculina baseada no corpo do próprio escultor, em poses surreais. Caminhando pelo museu, o visitante pode ver ainda a instalação de vidro que parece captar a natureza, os três divertidos fuscas coloridos, a instalação de Chris Burden, as peças que estão nas galerias entre centenas de outras obras de arte. E, quando quiser fazer uma pausa, pode entrar em um dos vários restaurantes e lanchonetes que se espalham pelo parque.

Mecenas
Entidade sem fins lucrativos, fundada em 2002, o Instituto Inhotim mantém e desenvolve projetos ligados à preservação da natureza e ao desenvolvimento regional. O museu e o jardim botânico foram idealizados e construídos pelo empresário e mecenas Bernardo Paz, que comprou as terras da então fazenda na década de 1980. Mas as instalações foram apresentadas pela primeira vez ao público em 2004 e, dois anos depois, o local começou a ser visitado regularmente. A propriedade privada passou a ser reconhecida como espaço público em 2008, quando recebeu, do governo de Minas Gerais, o título de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip). Mensalmente, o Inhotim recebe cerca de 30 mil pessoas.


Beam Drop Ilhotim, de Chris Burden, escultura em grande formato, feita de 71 vigas de construção, jogadas por um guindaste da altura de 45 metros, dentro de uma vala cheia de cimento fresco

O Instituto Inhotim realiza ações sociais e promove atividades voltadas à educação. Programas como o Laboratório Inhotim, que incentiva a interação dos estudantes com a arte, atraem diversas instituições de ensino ao local. Cerca de 250 escolas e 35 mil alunos visitaram o instituto em 2010.

Além disso, a Diretoria de Inclusão e Cidadania desenvolve projetos com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos habitantes de Brumadinho e região. Uma dessas iniciativas é o projeto Brumadinho, uma cidade musical, que promove atrações de música no município, entre eles, os corais Inhotim Encanto Infantil, Juvenil e Adulto, que reúnem mais de 100 pessoas.

O programa Amigos do Inhotim colabora na geração de receitas para o instituto. Qualquer pessoa pode contribuir – com dedução no imposto de renda –, de acordo com valores estabelecidos em diferentes categorias. A quantia obtida é revertida em projetos sociais e na manutenção da sustentabilidade.

(Colaborou Bruno Martins)


SERVIÇO

Endereço: Rua B, 20, Brumadinho, Minas Gerais.
Horário de funcionamento: de terça a sexta, das 9h30 às 16h30. Aos sábados, domingos e feriados das 9h30 às 17h30.
Transporte: Um ônibus da empresa Saritur faz o trajeto da Rodoviária de Belo Horizonte (plataforma F2) até o Inhotim, sem paradas, saindo às 9 horas e voltando às 16h30.
Mais informações: (31) 3419-1800.
Ingresso: R$ 20,00. Pessoas com mais de 60 anos e estudantes identificados pagam meia entrada. Menores de seis anos entram de graça. O ingresso pode ser adquirido no local ou via internet, na página
http://htticket.com.br/inhotim 



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