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    13-07-2017

    Nota Pública

    Presidente do Cremesp repudia fala de Ministro da Saúde; confira a nota na íntegra

    O presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Lavínio Camarim, repudiou as declarações do Ministro da Saúde, Ricardo Barros, sobre os médicos que trabalham no Sistema Único de Saúde (SUS) e subscreve a nota abaixo do Conselho Federal de Medicina (CFM). 

    “Surpreende a tratativa do Ministro da Saúde para com a classe médica ao afirmar que os médicos fingem trabalhar. Eu gostaria que as instituições é que parassem de fingir que pagam aos médicos. Tenho andado pelo interior do Estado de São Paulo onde o profissional tem tido a tolerância de ficar até quatro meses sem remuneração. 

    Enquanto representante da sociedade brasileira e dos médicos de São Paulo considero inaceitável que o governo transfira para a classe médica a responsabilidade de um mau atendimento à população.

    O momento é de união. O país passa por um período caótico e não precisa de instituições brigando entre si, pois seguramente a sociedade será a parte mais atingida.”

    Lavínio Nilton Camarim
    Presidente do Cremesp

     

    NOTA AOS MÉDICOS E À SOCIEDADE
    A VERDADE SOBRE O TRABALHO DO MÉDICO E A GESTÃO DO SUS

     
    Diante da necessidade premente de união de esforços em torno da superação dos inúmeros problemas que afetam o Sistema Único de Saúde (SUS), são completamente inadequados os comentários pejorativos feitos por autoridades que se mostram desconectadas da realidade a respeito do trabalho dos profissionais da saúde, em especial dos médicos, bem como da própria dinâmica de funcionamento do SUS.
     
    Frequentemente pacientes, médicos e demais profissionais da saúde são constrangidos por comentários feitos por gestores, inclusive do ministro Ricardo Barros, que distorcem as dificuldades enfrentadas pelo SUS, como ocorreu nesta quinta-feira (13), no Palácio do Planalto, em Brasília (DF).
      
    Na incapacidade de responder aos anseios da população, transferem para as categorias da área da saúde, sobretudo para os médicos, a culpa pela grave crise que afeta a rede pública. No entanto, polêmicas infundadas não eximem o Estado de suas responsabilidades ou afasta a compreensão da falta da indispensável atenção administrativa.
     
    Os brasileiros sabem disso. Pesquisa do Datafolha, realizada no fim do ano passado, comprovou que os médicos constituem a profissão que mais conta com credibilidade e confiança junto a população. Além disso, segundo os dados, a sociedade reconhece que a falta de estrutura de atendimento e a má gestão, entre outros fatores, impedem o pleno exercício da medicina, em favor dos pacientes e de seus familiares.
     
    Apenas o trabalho articulado de gestores e de todos os setores envolvidos com essa crise, o que inclui os médicos e os demais profissionais da área, assim como a sociedade em geral, ajudará a trazer as respostas esperadas pelos brasileiros, em especial os 150 milhões que dependem exclusivamente do SUS.
     
    O Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Médica Brasileira (AMB) reiteram seu compromisso com o SUS e conclamam a todos que comungam do mesmo ideal, inclusive os gestores – nas esferas municipal, estadual e federal - a somarem esforços evitando contendas ou divisões, as quais somente afastam o País da oferta de uma saúde pública de qualidade para todos. 
     
    Brasília, 13 de julho de 2017.
     
    CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA
    ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA


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