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    30-11-2016

    Cannabis

    Cremesp apoia descriminalização do porte de C. sativa para uso próprio

    O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) emitiu nota pública pela descriminalização do porte de Cannabis para uso próprio aprovada pela Câmara Tecnica de Psiquiatria, em reunião realizada em 30/09/2016 e, posteriormente, na 4748ª  Reunião Plenária, de 25/10/2016.  A Câmara Técnica de Psiquiatria discutiu o tema, levando em consideração as consequências do uso e do porte de drogas para a Saúde Pública e, portanto, o protagonismo da Medicina nesta discussão.

    Em agosto de 2016 completaram-se dez anos de vigência da Lei 11.343, a chamada Lei de Drogas, que prescreve medidas de prevenção do uso indevido, de atenção e reinserção social de usuários e dependentes de drogas, estabelece normas para repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de drogas e define crimes. Tramita no Supremo Tribunal Federal a análise do artigo 28 da referida lei, que trata da criminalização do porte de drogas para consumo próprio.

    Desde 2012, o Cremesp defende que o tema das drogas e de seu consumo abusivo devem ser enfrentados na esfera da Saúde Pública, tendo como princípio fundamental a busca de um equilíbrio entre o interesse coletivo e o individual. Apoiado em evidências científicas, o Cremesp destaca os riscos à saúde associados ao consumo de tais substâncias e considera fundamental que haja politicas públicas que façam a prevenção de seu uso. No entanto, o modelo criminalizante, majoritário na História brasileira, desfavorece o acesso da população às informações necessárias para o alerta sobre os danos causados pelo uso dessas substâncias e aos cuidados assistenciais a que têm direito aqueles que sofrem agravos dele decorrentes.

    Veja AQUI íntegra da nota

     

    Tags: NotaCannabisCremespusoconsumoCâmaraTécnica.

    Veja os comentários desta matéria


    Não consegui encontrar em nenhuma parte da matéria argumentos sólidos para este posicionamento, apenas generalizações e palavras cacofônicas vazias que exprimem uma ideia desconexa da realidade. Somos médicos, e o nosso compromisso é com a vida.Não encontrei ainda qualquer evidência em nenhum dos pacientes que vi em toda minha prática de que a droga pudesse trazer algum benefício, seja para o usuário ou para os que vivem perto dele; vejo-a esfacelando todas as relações interpessoais e encolhendo-nos em uma condição subhumana, onde a saciedade imediata da abstinência é o altar e prisma de todas as ações. Quais desses que defendem a descriminalização das drogas as trazem da rua para os seus filhos? Quais deles a dão de presente para o seus filhos como se lhes dessem um livro precioso ou um belo ensinamento? Deixemos que verdade ilumine a nossa consciência, e repudiemos com convicção essa proposta malévola que a ninguém de nós beneficia.
    Lucas Rios Torres
    A opinião de um órgão de classe como com o Cremesp, tem um peso muito grande no comportamento futuro de quem lê, principalmente leigos, e outros que podem manipular a informação de acordo com suas conveniências. Acredito que as sociedades de psiquiatria e psicologia e pedagogia podem fazer projetos educacionais com base em pesquisas científicas recentes e confiáveis, que possam ser aplicados em todas as escolas para que os indivíduos de todas as faixas etárias possam ser munidos de informação útil para lhes darem opção de não escolher a droga como caminho de vida.
    Dra Cida
    O Cremesp deve seguir a recomendaçao do CFM, que é contra a descriminalizaçao do uso e porte drogas.
    Felipe
    Importante um posicionamento do CREMESP, pois independente das questões de saúde e educação relativas ao tema, é primordial que se considere que a liberdade de escolha é fundamental.
    Sandra Chiaparini
    Acho até válida a ideia, desde que seja realmente para fins terapêuticos. O problema é que traficantes vão tirar proveito disso para proveito próprio. E sinceramente, já acho difícil combater o tráfico devido às inúmeras brechas da legislação atual... imagina depois de aprovado isso... vai se tornar mais uma brecha ao qual irão se agarrar.
    Tharik
    Sou pai de adolescentes e não me sinto confortável com a ideia de que portar maconha e fumá-la publicamente seja natural .... É muito difícil conseguir diferenciar o quanto de entorpecente é seguro de ser portado para uso próprio..... Até que ponto é bom para nossos filhos ter convívio diário e habitual com os traficantes que são os fornecedores dessa tão inocente maconha fumada aberta e descriminalizadamente vendida na nossa sociedade? Me preocupo!
    paulo
    Acho digna de aplausos a atitude do Cremesp, um órgão de representação médica se posicionar a favor de algo que pode beneficiar milhares de pessoas com problemas médicos, o uso recreativo ainda precisa ser discutido mais a fundo, mas a descriminalização tem de ser aprovada agora, o consumidor não é um bandido, a atual lei só joga o usuário cada vez mais às margens da sociedade, o tratando como criminoso, isso tem que ser mudado. Apoio e parabenizo o Cremesp pela atitude
    Marcão
    Creio que o Cremesp deve estar ciente dos malefícios do uso/abuso da maconha. Assim como os problemas relacionados ao uso/abuso de álcool e tabaco (os quais já não damos conta), essa possibilidade só aumentaria o número de doentes e problemas. Há de se pensar em outras alternativas que não seja a punição do usuário, mas nem tampouco a liberação para que use.
    Arsanjo Paul Colaço
    Concordo que o Cremesp se posicione acerca da descriminalização do porte da maconha para uso próprio. Porém, verifico que a nota pública foi omissa ao não condenar o uso de substâncias psicoativas na direção de veículos automotores que, ao lado das armas de fogo ilícitas, é o maior flagelo público nacional.
    Marcelo Benigno Freire de Barros

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