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  • Notícias


    15-07-2016

    Segurança

    Governo do Estado cria Grupo de Trabalho de Combate à Violência a Profissionais de Saúde


    Atendendo a solicitação do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e do Conselho Regional de Enfermagem (Coren-SP), a Secretaria de Segurança Pública acaba de criar um grupo de trabalho que coordenará a implantação de novas estratégias para garantir a segurança de profissionais de saúde em seus locais de trabalho. A iniciativa conta com o apoio das polícias civil e militar.

    A criação do Grupo de Trabalho de Combate à Violência na Saúde foi publicada no Diário Oficial de 22 de junho de 2016, como Resolução SSP - SP nº 69.

    Já faz um ano que o Cremesp e o Coren-SP denunciam sistematicamente o aumento da truculência em hospitais e unidades de saúde. Pesquisas foram feitas, coletivas à imprensa colocaram o problema em destaque e houve ainda um trabalho de sensibilização das autoridades. Após dois encontros com a Secretaria de Segurança Pública, o Grupo foi oficialmente criado a fim de mapear as ocorrências no Estado e buscar soluções, por meio de estratégias de acompanhamento e minimização.

    Composto pela Polícia Militar e Civil, por Mauro Gomes Aranha de Lima e Bráulio Luna Filho, respectivamente presidente e 1º secretário do Cremesp, e por Fabíola de Campos Braga Mattozinho e o Mauro Antônio Pires Dias da Silva, presidente e vice-presidente do Coren-SP, o grupo será coordenado por Mágino Alves Barbosa Filho, Secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo.

    Fonte: Acontece Comunicação e Notícias
     


    Veja também:

    Campanha
    Cremesp e Coren-SP unidos para enfrentar a violência aos profissionais de saúde

     

    Violência na Saúde
    Cremesp e Coren-SP fazem campanha conjunta contra violência que atinge médicos e enfermeiros

     

    Reunião
    Cremesp e Coren-SP pedem ação da Secretaria de Segurança Pública contra violência a profissionais de saúde

     


     

    Tags: violênciamédicosenfermeirosprofissãosaúdetrabalhoameaçascampanha.

    Veja os comentários desta matéria


    Fico sensibilizado pelos tantos colegas que já foram agredidos (fisicamente, moralmente, por escrito, gestos e por tantos outros adjetivos que não nos competem) - trabalhar é honroso e nobre, ainda mais lidando com vidas. Estou de pleno acordo com o policiamento (para que se evite um confronto mais hostil - inibe mais). Mas não sendo pessimista, ou melhor, sendo realista isso não terá muita eficácia se não tivermos uma melhor política voltada a saúde e uma educação (reeducar) o público para o problema. O país está um caos, suas políticas públicas um caos, mas sabe eu também já fui agredido fisicamente e moralmente - e nem por isso deixo de ser médico - é muito bom sair na rua e receber um elogio por uma vida que salvamos (hoje, exatamente hoje aconteceu isso comigo - 11/07/2016). Por todas as humilhações que passamos - rebatê-las sim, mas nunca deixar de ser médico e salvar vidas. Firulas e discussões sempre haverão, mas erro médico não (não podemos ir de encontro a isso).
    Marcio R. F. Mazzini
    Apoio sem restrição esta atitude, pois já fui agredido no SUS. Ressalto que, além de agressões físicas, somos alvo das administrações da saúde, de hospitais e ambulatórios por assédio e, sós, nada podemos fazer, inclusive com prejuízo do atendimento aos pacientes e risco de perda de cargos. Acusações indevidas, por escrito, de pacientes que querem que troquemos CID e façamos relatórios falsos para benefícios indevidos, são comuns, e, se não obtidos, acabam por nos acusar de utilizar palavras de baixo calão e adjetivos depreciativos, mentiras que acabam por nos levar a processos administrativos e o ônus das provas acaba por ser nosso. Obrigado e à disposição.
    Paulo Cezar Grigolli

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