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15-07-2013 |
Manifestação |
Na APM, representantes de entidades médicas paulistas definem tópicos de reunião na quarta (17/07) no CFM |
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Para o presidente do Cremesp, "é fundamental informar a sociedade civil sobre os problemas que o setor da saúde enfrenta no país" Em encontro desta segunda-feira, 15 de julho, na sede da Associação Paulista de Medicina (APM), lideranças de entidades médicas estaduais, representantes das sociedades de especialidades e do Sindicato dos Médicos do Estado, acertaram os detalhes para as manifestações em protesto às medidas anunciadas pelo Governo Federal para a área da saúde. Foram definidos também os detalhes do ato conjunto que ocorrerá na tarde desta terça (16), em frente à sede do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), com a participação de médicos, residentes e estudantes de várias faculdades da capital e do interior. Depois de uma coletiva de imprensa com representantes das entidades médicas às 16 horas sobre o movimento, o grupo seguirá em caminhada até a Praça Roosevelt. Cartazes e faixas de protestos serão utilizados para chamar a atenção da sociedade sobre os equívocos apresentados nas medidas anunciadas pela presidente Dilma Rousseff. Na quarta-feira, 17 de julho, as lideranças das três entidades nacionais irão se reunir na sede do Conselho Federal de Medicina (CFM) para definir os próximos passos do movimento. São Paulo levará a proposta de uma manifestação nacional em 13 de agosto, com passeatas, paralisações e outras ações. A intenção é sensibilizar deputados e senadores a derrubar a Medida Provisória que permitirá a entrada de médicos estrangeiros sem revalidação de diplomas, além dos vetos de Dilma à regulamentação da Medicina. De acordo com o presidente do Cremesp, Renato Azevedo Júnior, é importante expor a gravidade dos temas à sociedade civil, às centrais sindicais e aos deputados e senadores. "Em reunião entre as entidades médicas e a OAB, tivemos retorno bastante positivo, com o apoio da Ordem. Vamos tentar uma ação direta de inconstitucionalidade contra o pacote do governo federal”. Fonte: APM |





