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27-03-2013 |
Saúde suplementar |
Lideranças médicas definem pauta de reivindicações para 2013 em encontro nacional |
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Durante a mesa formada na abertura do evento — com Márcio Bichara, secretário de saúde suplementar da Federação Nacional dos Médicos (Fenam); Florisval Meinão, presidente da APM; Aloísio Tibiriçá, 2º vice-presidente do Conselho Federal de Medicina; Geraldo Ferreira Filho, presidente da Fenam; e Emílio César Zilli, diretor de defesa profissional da Associação Médica Brasileira (AMB) — foi anunciado o protesto nacional contra as operadoras de saúde, no dia 25 de abril, marcando o início das negociações. Estão agendados também para 8 de abril uma paralisação pelas Santas Casas de todo o Brasil e, no dia 10 do mesmo mês, uma manifestação pelo Saúde + 10, movimento nacional em defesa da saúde pública, em Brasília. Representantes de entidades médicas de todo o país participaram do debate. Pelo Cremesp, estiveram presentes o presidente, Renato Azevedo Júnior, o diretor de comunicação, João Ladislau, o diretor do departamento de fiscalização, Ruy Tanigawa, e os conselheiros Akira Ishida e Tazuo Uemura. “O movimento precisa envolver não só a negociação como também a questão institucional, que é a contratualização com as operadoras”, alertou Tibiriçá. A reunião buscou propor diretrizes globais para que os Estados façam suas ações locais de protesto contra os abusos dos planos de saúde. Reajustes Embora os protestos dos médicos tenham tido efeito na mídia, Ladislau destacou uma matéria publicada na Folha de S. Paulo de 26 de fevereiro, que aponta que os planos de saúde tiveram aumento de 16,4% no último ano, atribuído por eles ao reajuste da consulta médica. “Isso não corresponde à realidade dos índices concedidos aos médicos pelas operadoras”, contestou. Texto: Nara Damante |





