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Notícias
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03-08-2011 |
Fórum SPDM |
Na pauta do evento, informatização e publicação de notícias em saúde |
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Dando continuidade à programação do Fórum Internacional sobre Saúde em 2021, promovido pela SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina), a manhã desta quarta-feira, 3 de agosto, reuniu os jornalistas Reinaldo José Lopes e Sabine Righetti, sobre um tema polêmico: ambos apresentaram os prós e os contras da veiculação atual de notícias sobre saúde nos meios de comunicação. Reinaldo defendeu a junção das informações divulgadas nos cadernos sobre Ciência & Saúde; já Sabine mostrou a importância da divulgação das pesquisas de percepção pública sobre o tema. “A principal discussão, quando o objetivo é a divulgação de dados em saúde, está no fato de avaliar a relação entre mídia e sociedade. O modo como as pessoas se interessam por este tipo de notícia está diretamente vinculado a como este conteúdo é exibido pela mídia”, afirmou a jornalista. Já Heimar Marin, professora titular de Informática em Saúde na Escola Paulista de Enfermagem/Unifesp, ao ministrar sua palestra sobre Prioridades Globais em Informática e Cuidados em Saúde, lembrou que “o médico jamais poderá ser substituído pela máquina, mas que todo profissional pode, e deve, fazer uso da tecnologia em benefício de seus pacientes”. Para Heimar, as inovações estão disponíveis para ajudar, mas não podem ser utilizadas ao extremo, a ponto de poluir os ambientes hospitalares e prejudicar a relação próxima e humanizada do paciente com o profissional de saúde. No módulo seguinte, Ezekiel Emanuel , médico bioeticista e assessor da Casa Branca, ao apresentar sua aula sobre O Futuro e a Bioética, abordou dilemas atuais sobre ética médica, enfatizando que “a bioética não exige que tudo o que hoje está disponível em novas tecnologias seja utilizado ou indicado para todas as pessoas”. Para a diretora do Centro de Educação Médica da Faculdade de Saúde The Open University (Inglaterra), Janet Grant, que proferiu palestra sobre Designing a curriculum for social accountability, a “responsabilidade social é uma preocupação atual de vários países e entidades, mas não existe uma prescrição geral e única sobre ela, que possa ser aplicada de forma abrangente”. E completou: “É preciso adaptá-la de acordo com as necessidades do momento ou da situação”. Ao final da manhã, foi aberta a participação dos congressistas em um debate com os palestrantes sobre os temas apresentados. Colaborou: Lígia Neves |





